Sergio Romagnolo

Sapatos e Flores

02.06.2017 - 22.07.2017
Sala 1 / Rua Jerônimo da Veiga, 131 - Itaim Bibi

Abertura para convidados: 

01 junho, quinta-feira, das 19h às 22h


Horário de funcionamento:

Segunda a sexta-feira, das 10h30 às 19h

Sábado, das 11h às 16h

Exposição “Sapatos e Flores”, de Sergio Romagnolo

 

A Galeria Marilia Razuk apresenta a partir de 1º de junho a exposição "Sapatos e Flores", de Sergio Romagnolo. Segunda individual do artista na galeria, traz 11 pinturas em tinta acrílica e 5 esculturas em bronze e plástico modelado.


A ideia da exposição é colocar lado a lado imagens muito distintas, quase opostas: flores, como presentes em eventos comemorativos ou ainda símbolo de pesar; e sapatos, como objetos de uso comum e cotidiano, desgastados pelo uso frequente. As imagens dos sapatos se desdobram em tênis, botas ou sandálias Havaianas; já as flores, em sua maioria, são imagens de rosas vermelhas.


A polarização de temas procura, de uma certa maneira, cercar a vida do nascimento à morte, do começo ao fim, representada por objetos do dia a dia da existência mundana.


As pinturas são compostas por duas imagens sobrepostas do mesmo objeto, retratado de ângulos diferentes. Assim, o que se vê é uma figura duplicada em dois momentos, como uma imagem defeituosa. Além das pinturas, a mostra conta também com uma escultura em bronze, como uma figura humana em tamanho natural, no centro da sala.


Sobre o artista

Sergio Romagnolo (São Paulo, SP, 1957) é escultor, pintor, desenhista, artista intermídia e professor.  Estuda no Colégio Iadê, em São Paulo, entre 1976 e 1977. Em 1980, ingressa no curso de artes plásticas da Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Alvares Penteado, em São Paulo. Entra em contato com as obras de Regina Silveira, Nelson Leirner e Julio Plaza. Entre 1980 e 1984, é professor nas redes pública e privada de ensino. Leciona pintura na Faap entre 1985 e 1986. Nesse ano, realiza sua primeira exposição individual na Galeria Luisa Strina, em São Paulo. No início da década de 90, passa a se dedicar à escultura e atua como professor em oficinas e workshops. Participa da Bienal Internacional de São Paulo em 1977, 1983, 1987 e 1991. Em 1999, finaliza o mestrado em artes na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), com a dissertação Esculturas: Rugas e Alegorias. Em 2002, conclui o doutorado em artes na mesma instituição, com a tese O Vazio e o Oco na Escultura. Entre 2000 e 2005, leciona na Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e, a partir de 2007, na Universidade Estadual Paulista.


Informações à Imprensa 

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