4x5

curadoria Douglas de Freitas

31.07.2021- 24.10.2021
Sala 1 / Rua Jerônimo da Veiga, 131 Itaim Bibi - São Paulo

4x5 

Curadoria Douglas de Freitas


Abertura Módulo 2

sábado, 21 de Agosto, 11-16h 


Período Expositivo

de 31 de Julho à 24 de Outubro de 2021


Horário de Visitação

Seg- sex, 11h-18h / Sáb, 11h às 16h 

mediante agendamento por telefone ou e-mail


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Tel: +5511 3079-0853 

Whatsapp: + 5511 96082-3111

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Trazer ao público o processo de uma exposição que se desdobra no espaço e no tempo por meio de módulos temáticos e artistas de diferentes trajetórias e gerações. Esse é o cerne do Projeto 4x5, em exibição na Galeria Marília Razuk.


Com curadoria de Douglas de Freitas, o projeto é organizado em quatro eixos temáticos - EspaçoProjetoPaisagem e Corpo -, eleitos a partir de quatro artistas emblemáticos que integram o acervo da Galeria: Amilcar de CastroJulio PlazaEleonore Koch e Leonilson. Cada módulo será apresentado em exposições de curta duração, de cerca de 15 dias, e trará, ao todo, obras de dez artistas convidados e dez representados pela Galeria Marília Razuk.


4X5.3 - PAISAGEM - MÓDULO 3 - 18 DE SETEMBRO/ 8 DE OUTUBRO

4x5.3 Paisagem: Eleonore Koch abre o módulo. A ela, juntam-se Desali, Laura Belém, Mariana Serri e Rommulo Vieira Conceição. As paisagens amplas e inabitadas criadas por Eleonore Koch em suas pinturas e desenhos se desdobram em outras abordagens, e outras paisagens possíveis. Entre representações, reproduções, deslocamentos ou decalque de elementos de origens distintas, naturais ou urbanas, as obras aqui também se posicionam em um limite tênue, como o próprio trabalho de Koch, entre o real e o onírico, entre o que pode ser criado e o que pode apenas ser imaginado.



OUTROS MÓDULOS:

4X5.1 - ESPAÇO - MÓDULO 1 - 31 DE JULHO / 20 DE AGOSTO

4x5.1 Espaço: Amilcar de Castro abre o módulo. A ele, juntam-se Alexandre Canonico, Ana Sario, Daniel Acosta e Hugo Frasa. As formas geométricas de Amilcar, originalmente planas, se abrem para o espaço a partir das suas operações, seja de corte e dobra, seja de corte e deslocamento. Com base nesse princípio, o módulo trata de operações que se estabelecem entre a forma e o espaço, seja o espaço real, o da tela, ou ainda os espaços e imagens possíveis de se construir mentalmente através das obras. Assim, planos constroem elementos no espaço, ou espaços se planificam, explicitando relações de forma e contra forma, e os novos espaços criados nessa relação.  


4X5.2 - PROJETO - MÓDULO 2 - 20 DE AGOSTO - 18 DE SETEMBRO

No segundo módulo da mostra, de 21 de agosto a 18 de setembro, serão exibidas obras de Ana Dias Batista, Froiid, Raquel Garbelotti e Vanderlei Lopes em diálogo com a produção de Julio Plaza. Em 1983, Plaza curou a exposição “Arte e Videotexto”, que integrava a 17ª Bienal de São Paulo. Em um de seus trabalhos, chamado “Você é o crítico”, o público é convidado a se expressar sobre a 17ª Bienal através do videotexto. Na imagem que registra a obra no arquivo da Bienal se lê: “Cada artista faz a arte que merece”. Para além da questão gráfica e espacial dos poemas e dos objetos que esboçam espaços, a obra Plaza é ponto de partida para discutir a responsabilidade de projetar. Nesse sentido, os trabalhos do módulo tratam de tentativas, erros e acertos; desenhar novas regras, metodologias e movimentos; projeto como registro de obra, e não apenas com estudo de execução; e ainda sobre a mágica e o mistério que o ato de criar, ou projetar, envolve. 


4X5.4 - CORPO - MÓDULO 4 - 9 DE OUTUBRO/ 24 DE OUTUBRO

4x5.4 Corpo: José Leonilson abre o módulo. A ele, juntam-se Adalgisa Campos, Amanda Melo da Mota, Lais Myrrha e Maria Laet. Os elementos da obra de Leonilson, como a presença do corpo do artista, e as relações do corpo com os outros e com o mundo, são a premissa deste último módulo. Nos trabalhos apresentados, o corpo aparece com a presença do próprio artista em ação: firme e conceitualmente intrínseca à construção da obra, porém ausente na forma final; ou ainda como modo ver as matérias, olhando para elas também como um corpo que se relaciona ao nosso, seja ela o mar, a pedra, o bronze e demais materiais escultóricos, além do próprio espaço.


Sobre o curador

Douglas de Freitas (São Paulo, 1986) é curador do Instituto Inhotim. Trabalhou de 2011 a 2019 como curador no Museu da Cidade de São Paulo (Secretaria Municipal de Cultura), onde realizou a performance de Maurício Ianês, as instalações de Tatiana Blass, Lucia Koch, Iran do Espírito Santo, Felipe Cohen, Laura Belém, Sara Ramo e Vanderlei Lopes na Capela do Morumbi; as exposições retrospectivas “Guerra do Tempo” de Marilá Dardot; “Arte à Mão Armada” de Carmela Gross; e “Allegro” de Guto Lacaz, na Chácara Lane. Em 2018 realizou a exposição "Morumbi Caxingui Butantã”, com instalações de Cinthia Marcelle, Matheus Rocha Pitta e Marcius Galan, que ocuparam respectivamente a Casa do Bandeirante, a Casa do Sertanista e a Capela do Morumbi. Foi o curador selecionado na Temporada de Projetos do Paço das Artes de 2011; vencedor do Prêmio PROAC Artes Visuais 2014 e 2016; do Edital Amplificadores de Artes Visuais do Recife 2015, com a exposição Em Espera, no Museu Murillo La Greca; e do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013, na Sala Nordeste de Artes Visuais, em Recife. Em 2017 organizou o livro monográfico de Carmela Gross pela editora Cobogó.


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